A inovação se fortalece na construção coletiva.
Por isso, aproximamos academia, sociedade e mercado por meio da inovação aberta. No Instituto Ecoa valorizamos a inovação aberta, construindo junto com os nossos parceiros novos produtos, serviços, processos ou modelos de negócio.
Durante a 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o principal encontro científico da América Latina, tivemos a oportunidade de discutir como ciência, tecnologia e inovação podem acelerar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
As tecnologias certas permitem monitorar indicadores de ODS e traçar estratégias com precisão.

Mesa Redonda: ODS na Ciência e Tecnologia
Débora Cardador, nossa Gerente de Processos de Inovação Tecnológica, integrou a mesa-redonda “ODS na Ciência e Tecnologia” ao lado de Andrea Duarte, Chefe da Coordenação de Negócios do Instituto Nacional de Tecnologia (INT); Mariana Teixeira, pesquisadora em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); Maria Thereza Sotomayor, analista em C&T no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC); e a mediadora Thaynnara Queiroz, intergrante da Área de Projetos e Parcerias do LNCC. O debate aprofundou o papel das instituições no uso da tecnologia para garantir que os ODS sejam devidamente valorizados.
Durante a conversa, Débora destacou o compromisso do Ecoa com a inovação tecnológica para solucionar demandar reais. “No Instituto Ecoa, trabalhamos sempre focados em conectar os saberes produzidos na universidade com os desafios do mercado. Por meio da inovação aberta, desenvolvemos junto com os nossos parceiros soluções focadas nos desafios das organizações e apoiamos o crescimento profissional de diferentes talentos”.

Maria Thereza Sotomayor ressaltou a preocupação do LNCC em criar formas de aproximar a produção científica da sociedade. “A ciência ainda tem muita dificuldade de alcançar a população, então nós do LNCC tentamos trabalhar a popularização da ciência, principalmente a partir do fortalecimento da memória institucional e de projetos educativos fundamentados nos ODS”.
Mariana Teixeira complementou explicando as ações da Fiocruz para levar os ODS a todos os territórios. “É essencial que a pesquisa seja feita não para as pessoas dos territórios, mas com as pessoas dos territórios. Um dos objetivos do ODS 3 é o devido acesso à atenção primária, e uma das estratégias para isso é construir políticas públicas em colaboração com a população”.
Por fim, Andrea Duarte afirmou que é imprescindível para o INT que a tecnologia esteja no centro desse debate. “Nossa missão é promover o desenvolvimento tecnológico sustentável para a sociedade. A partir de políticas públicas, programas e projetos, buscamos promover o empreendedorismo de base tecnológica que pode contribuir para o monitoramento das ODS”.

Por que ODS importam?
Os ODS não são, oficialmente, uma métrica de avaliação de impacto social. Mas ajudam empresas, projetos e organizações a definir um norte claro para suas ações, com objetivos e indicadores compartilhados globalmente.
Assim, é possível transformar positivamente a realidade de uma sociedade por meio da construção de um vocabulário comum entre ciência, negócio e sociedade, capaz de orientar decisões e acelerar medidas concretas.
(Fonte: IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social)

Um encontro que reúne as discussões mais pungentes da América Latina
Após 35 anos, SBPC, principal encontro de ciência da América Latina, voltou ao estado do Rio de Janeiro. Neste ano, a Universidade Federal Fluminense (UFF) sediou a reunião que teve como tema “Ciência para Todos: Soberania, Desenvolvimento e Inclusão”.
O evento reúne milhares de pesquisadores, estudantes e interessados para participar de atividades que discutem temas centrais nas áreas de ciência, educação, tecnologia e inovação.
Com cerca de 300 atrações, o público vivenciou experiências interativas, apresentações culturais, exposições e atividades científicas, com diversas ações de popularização da ciência.